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Livro: A Garota Que Tinha Medo (pdf)

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    + biblioteca de Dany

    Quando os ataques de pânicos começaram, Marina não fazia ideia do que era aquilo que ela estava passando. Fomos descobrindo junto com ela o que estava acontecendo, e todo o processo que desencadeou esses ataques. O livro é em primeira pessoa, em forma de memorias que ela estava escrevendo.

    Tudo começou quando Marina tinha dezoito anos. Nesse período ela estudava dia e noite pra conseguir passar nem alguma universidade. Sua mãe a pressionava para que ela estudasse bastante e sempre mais e mais.

    Quando conseguiu passar para Jornalismo, Marina desfrutava da vida que sempre sonhou, estava namorando, estudando, fazendo amigos e se divertindo na faculdade. Sua mãe deixou de lhe pressionar e foi justamente quando tudo estava perfeito que os ataques começaram.




    "Embora eu possa ser feliz, minha felicidade certamente não será a propagada pelos filmes de Hollywood, nem aquela vivida pelas protagonistas de romances americanos. Eu realmente gostaria de ser a mocinha de algum romance de Nicholas Sparks, triste agora e feliz no parágrafo seguinte como só os americanos sabem ser, mas acontece que não sou. A vida real, reproduzida em tramas populares, não é mais que uma exageração dos fatos e uma simplificação das causas que levam a eles." Pág. 213



    A narrativa e tão bem feita que pude senti todas as angustias que afligiram Marina. Por ser narrado em primeira pessoa, temos outra visão das pessoas ao redor de Marina, como elas encararam a doença, como a doença afetou drasticamente a vida dela. Passamos pela descoberta da Síndrome do Pânico, dos sintomas, das crises.

    Marina tem uma religiosidade que enriqueceu a história, a forma como ela interage com Deus, os questionamentos, as histórias que se encaixam com o momento pela qual ela passa. Não ficou uma coisa chata e maçante, mas me fez compreender a fragilidade em que ela se encontrava.


    Ela teve que passar por tratamento, foi um demorado processo até ela conseguir descobrir o que estava acontecendo, e nesse meio tempo os ataques continuaram fazendo com que ela quase não saísse de casa. Tornou-se impossível voltar aos lugares onde Mariana teve os ataques e podemos notar claramente o quanto ela estava sozinha nessa luta. Mesmo com a ajuda das pessoas próximas, do psiquiatra, do psicólogo, Marina teve que encarar tudo com garra e coragem.

    Notamos o quanto o tratamento requer dedicação. O quanto é difícil para as pessoas compreenderem pelo que ela passa e tentar ajudar. O quanto somos pouco informadas a respeito da Síndrome do Pânico. Sim, me senti amiga dela, me senti tocada pela história.

    Um ponto negativo foi que lá pelo meio do livro alguns personagens deixaram de ter participação na história e tudo ficou muito focada apenas na Marina, mas de resto gostei de tudo.

    A forma como a história se desenvolveu, a construção dos personagens, as descrições dos lugares, tudo ficou harmonizo com a história.

    Está mais do que indicado o livro, adorei a escrita porque fluiu tão natural que nem me dei conta das páginas passando.




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    + biblioteca de Aione

    A Garota Que Tinha Medo é o novo livro de Breno Melo, trazendo como temática central a vida de uma garota acometida pela Síndrome do Pânico. Em primeira pessoa, a história é divida em partes, cada qual correspondente a uma diferente fase da vida de Marina: sua vida antes do diagnóstico, o tratamento, e sua convivência com a doença.
    A história, de modo geral, mescla o psicológico da protagonista com os eventos externos a ela. Ao mesmo tempo em que acompanhamos os acontecimentos rotineiros de sua vida, como sua ida para a universidade, seus relacionamentos amorosos, entre outros, também visualizamos a evolução da síndrome e como Marina vai tendo sua vida transformada por ela. Diria, inclusive, que os principais obstáculos da trama se encontram na maneira de como Marina passa a se sentir com a doença e seu consequente combate a ela.
    Algo visível na obra é seu caráter informativo, não apenas com relação à doença. Breno Melo construiu um livro recheado de dados e fatos, principalmente sobre a história do Paraguai, cenário da trama, e sobre o Cristianismo, já que Marina e sua família são bastante religiosas. Contudo, ainda que eu tenha achado interessante ler sobre todos esses fatos, muitos desconhecidos por mim, senti que eles me afastaram da leitura e das personagens, já que muitas vezes não correspondiam ao que eu desejava ler naquele momento e me pareciam distantes do enredo, sem muito vínculo com ele. Embora tal característica tenha enriquecido a obra, teve, ao mesmo tempo, um impacto negativo sobre meu envolvimento com ela. Vale dizer que Marina é jornalista e talvez esse caráter informativo seja apenas um reflexo de sua própria profissão.
    Dentre os pontos positivos, gostei da maneira de como a síndrome foi abordada e explicada, principalmente demonstrando as dificuldades sociais sofridas pelos panicosos, o que inclui, em grande parte, o preconceito gerado pela falta de informação. É sempre interessante acompanhar um ponto de vista que se diferencia do seu próprio, a fim de ampliá-lo um pouco mais.
    De modo geral, foi uma leitura interessante principalmente por ter proporcionado informações diversas sobre diferentes assuntos que, antes, eu não havia tido muito contato. Embora a leitura não tenha conseguido me envolver por completo, foi suficiente para acompanhar de maneira satisfatória esse capítulo na vida de Marina.







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