• Perdão, Leonard Peacock capa
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Livro: Perdão, Leonard Peacock (pdf)

autor:

4
308 avaliações

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  • classificou 0
    + biblioteca de Sere

    Perdão, Leonard Peacock é um livro com uma leitura leve e rápida. O autor aborda a vida de um garoto que, no dia de seu aniversário, decide matar seu ex-melhor amigo e se matar. A trama gira em torno da vida de Leonard e o fato dele estar sofrendo acúmulos mentais devido problemas do passado. É um livro que nos faz pensar, torcer pelo garoto o livro todo, na espera de saber se ele realmente vai atirar em Asher Beal com a pistola nazista de seu avô e logo após tirar sua vida. O final não é como esperava, poderia ser mais incrível, porém é um livro que vale a pena ler, visto que se trata de temas atuais e preocupantes. Boa leitura! :)




  • classificou 5
    + biblioteca de Andreza

    Leonard é um jovem que está prestes a completar 18 anos, no dia de seu aniversário ele pretende matar um antigo colega que já lhe fez muito mal e posteriormente se matar, tudo isso com uma antiga arma nazista que pertenceu a seu avô. Leonard é de longe um dos personagens mais incríveis que tive conhecimento, sua mente é perturbadora, seus ideais são fascinantes, durante todo o livro consegui compreender tudo pelo qual Leonard passa, ele é um jovem que perdeu as esperanças que acredita que se agora ele não é feliz quem dirá no futuro. Já havia lido o aclamado "O lado bom da vida" e posso dizer com certeza, que "Perdão, Leonard Peacock" é de longe o melhor livro do autor, Matthew Quick conseguiu fazer com que eu entendesse perfeitamente a mente de um dos mais complexos e fascinantes personagens, alguém pode transportar Leonard para a vida real? Acho que me apaixonei por ele.




  • classificou 0
    + biblioteca de Andreza

    Leonard é um jovem de 17 anos que no dia de seu aniversário pretende matar um antigo amigo e posteriormente de matar com uma arma nazista que pertencia a seu avô. Preciso dizer que Leonard é um dos personagens mais interessantes do qual tive conhecimento, sua mente é perturbadora, seus ideais são extremamente fascinantes, ele faz perguntas a si mesmo que muitas vez me peguei fazendo. Já havia lido a alguns anos o famoso "O lado bom da vida" e posso garantir com plena certeza que "Perdão, Leonard Peacock" é o melhor livro de Matthew Quick, ele conseguir transmitir com perfeição os que muitos dos jovens atualmente sentem. E é por isso que esse livro está entrando para a minha restrita lista de preferidos.




  • classificou 0
    + biblioteca de Gleyse

    A história já é intrigante desde o início. Leonard está prestes a cometer um assassinato-suicídio e como todo suicida ele precisa deixar sua marca, precisa fazer com que sua curta estadia na terra não seja esquecida. O mais trágico é que sua narração em primeira pessoa mostra exatamente o quanto o personagem foi negligenciado pela família e pelos amigos... e isso é muito triste.
    O enredo mescla alguns momentos engraçados, reflexivos e de muita emoção, especialmente quando o personagem narra seus pensamentos relacionados as únicas quatro pessoas que são importantes em sua vida, e essas pessoas são as mais improváveis.
    Eu li com o coração na mão, porque me identifiquei com o Leonard: sua solidão, sua falta de jeito para lidar com rejeições e sua vontade de sumir me fizeram lembrar dos momentos em que precisei de atenção e não havia ninguém a quem recorrer, enfim... É muito fácil ignorar os sofrimento alheio quando a sua é perfeita, não é?!
    A leitura do livro é bem rápida, o livro é curto (223 páginas), mas não é uma das leituras mais leves e alegres de se ler. É até um pouco difícil imaginar o cenário ao qual o personagem está inserido sem se sentir mal por ele. É como ler o diário de uma pessoa que você vê diariamente sem nem imaginar o que se passa com ela.
    Apesar de toda a carga emocional da leitura, é uma história incrível que me surpreendeu e que o colocou entre os melhores livros que já li. Porém, eu achei as notas de rodapé desnecessárias em muitos momentos da leitura. Havia informações que poderiam ter sido diluídas no texto e pareceu que foi um pouco de desleixo do autor não ter feito isso, e para mim foi incômodo parar no meio da frase para buscar a informação no rodapé.




  • + biblioteca de Ana Rebeca

    Este livro me emocionou tanto, acredito que muitos que o leram o acharam pesado, formador de pensamentos questionáveis e inadequado a classe jovial. Mas na minha concepção trata-se de um livro real, acredito que afora nos livros de ''auto-ajuda'', nunca li tantas verdades absolutas em aspectos de como o meio e as pessoas que convivemos nos influencia, como é necessário que tenhamos aquele que se atente a todos os fatos, o altruísta, que verá além do que demonstramos e terá a capacidade de sentir o que quer que estejamos sentindo e perceber quando chegamos ao limite. Cito também que ninguém deveria se sentir um rejeitado, desnecessário ou um incomodo, pois, este é um dos piores sentimentos do mundo. é você perceber que nem mesmo os que mais deveriam te amar e cuidar de ti lhe dão algum tipo de atenção ou ajuda, todas as outras coisas são mais importantes do que você. Acho que este é um dos melhores livros que já li, e não, não me fez ficar depressiva me fez pensar nas coisas como elas são, e ser grata pelo pouco que tenho.




  • classificou 5
    + biblioteca de Denise

    Sim, te perdôo Leonard Peacock!
    “Perdão, Leonard Peacock” é o segundo livro que leio de Matthew Quick, bem criei bastante expectativa com o livro, pois já havia lido “O lado bom da vida” e adorei o livro, e não tive minhas expectativas frustradas!

    O que pude perceber dos livros desse autor é que eles têm uma pegada de sombrio e auto-ajuda. Não curto livro de auto-ajuda (não estou com vontade de me auto-ajudar), mas gostei dos livros dele.

    Dos dois livros que li de Matthew Quick, Perdão, Leonard Peacock é o meu favorito, pois tem uma pegada filosófica e bem, amo filosofia.

    Dou como exemplo esse trecho do livro:

    “Se Deus existe e criou tudo o universo, como aquelas pessoas acreditam, por que ele precisaria da nossa ajuda, ou mesmo do nosso louvor? Por que ele precisaria de nós para servi-lo? Será que Deus era todo-poderoso e emocionalmente carente?“


    O livro tem uma pegada cômica também:

    “Talvez, se de vez em quando imaginássemos os nossos inimigos se masturbando, o mundo fosse um lugar melhor.”


    Leonard ganhou minha simpatia por não ser mais um cordeirinho seguindo o rebanho pra o abate, senti vontade de abraçá-lo! Ele definitivamente seria alguém que eu amaria conhecer.

    Esse livro é perfeito e feito para todos, mas eu gostei em especial por ser diferente.

    Super recomendo o livro!!




  • + biblioteca de Carolina

    Li O Lado Bom da Vida de Matthew Quick e fiquei completamente apaixonada pelo escritor. Sua escrita é leve, engraçada e seus livros são realmente únicos. Por estar encantada por seu trabalho, resolvi ler Perdão, Leonard Peacock, pois sabia que iria amar.

    O livro provocou diversas sensações em mim e acho que não conseguiria traduzir esses sentimentos em palavras. Leonard Peacock é um garoto solitário, perturbado e com um desejo de morrer enorme. Sua mãe é totalmente alheia à vida do filho, seu pai é um alcoólatra que fugiu para a Venezuela e para piorar, ele se sente deslocado na escola, em casa e na vida.

    Às vezes, Leonard gosta de colocar “roupas de adulto” e ir até a estação de trem para observar as pessoas infelizes. Ele escolhe a pessoa mais infeliz do trem e a segue durante horas. Sua fantasia era de que as coisas melhorassem eventualmente, mas suas experiências no trem o mostraram que não há um final feliz para ele.

    No dia de seu aniversário de 18 anos, Leonard traça um plano para acabar com o seu sofrimento. Ele pega a pistola P-38 nazista que foi de seu avô, decide matar seu ex-melhor amigo Asher Beal, e depois se matar com uma bala na cabeça. Asher e Leonard eram melhores amigos até a adolescência, mas de um dia para outro, Asher ficou agressivo e Leonard não entendia a mudança do amigo. Após acontecimentos traumáticos (que serão revelados ao longo da leitura), Leonard decide que só estará em paz quando tiver sua vingança contra o ex-amigo arrogante.

    Antes de continuar com o plano, Leonard precisa entregar quatro presentes para as pessoas mais importantes de sua vida. Ele inicia por Walt, um senhor que mora perto de sua casa e passa o dia todo assistindo a filmes antigos. O próximo da lista é Baback, um jovem descendente de iranianos, que toca violino e sofre com as humilhações de Asher e seus colegas. Lauren Rose, uma garota extremamente religiosa, que distribui panfletos da igreja no trem é a terceira. O último presente é para Herr Silverman, seu professor do Holocausto que por algum motivo misterioso nunca arregaça as mangas.

    Ninguém – nem as pessoas mais importantes da vida de Leonard, lembraram de seu aniversário. Mas tudo bem, ele seguirá com o plano.

    “Você já pensou em todas as noites que viveu e das quais não consegue se lembrar de nada? Noites tão comuns que seu cérebro simplesmente não se dá o trabalho registar. Centenas, talvez milhares de noites passam sem serem registradas pela nossa memória. Isso não deixa você maluco? Imaginar que sua mente pode ter registrado só as noites erradas?”

    Em um livro forte, Quick mostrou mais uma vez que veio para ficar. Já leu esse livro? Se sim, me conta o que achou!




  • + biblioteca de Jefferson

    Emocionante, surpreendente e instigante. Simplesmente perfeito!




  • classificou 5
    + biblioteca de Thainá

    amei o Leonard, historia super interessante!!!




  • classificou 5
    + biblioteca de Isabella

    A trama do livro gira em torno do dia de aniversário de Leonard Peacock, dia em que ele vai usar a p-38 do avô para matar seu ex- melhor amigo e depois se matar. Antes disso, ele vai presentear ás únicas 4 quatro pessoas que tem algum significado para ele, Walt, seu vizinho idoso com quem ele costumava assistir filmes de Bogart; Baback, um colega de sua escola e talentoso violinista; Lauren, uma garota cristã que despertava algum tipo de interesse nele e Herr Silverman, professor que gostava de questionar os alunos e que dava aulas sobre o holocausto. Até o final do dia seu destino estará traçado.
    Ao decorrer da história vamos percebendo o quanto a vida de Leonard era difícil, o quanto era complicado ser ele mesmo. Leonard é um garoto solitário, diferente, irônico e sem perspectiva de futuro, considerado estranho para os outros, foi abandonado por uma mãe negligente e não consegue se encaixar de jeito nenhum em algum grupo.
    Um livro que mesmo sendo triste e melancólico e apresentando temas pesados, fluiu tão rapidamente que a cada nova página eu já ansiava por outra. Foi com essa escrita leve que Matthew Quick conseguiu transmitir tão bem os sentimentos de Leo, tanto que eu (a manteiga derretida) me identifiquei tanto com as angústias de Peacock que as lágrimas vieram logo no começo do livro.
    Cheio de notas de rodapé, o livro tem um clima meio nostálgico, onde Leo relembra momentos já vividos em notas que ocupam quase a metade da página. Outro diferencial foram as cartas do futuro, que me pareceram estranhas e meio que um romance distópico em alguns momentos, mas que foram fundamentais e trouxeram um tom diferente a trama.
    Com muitos questionamentos interessantes, podemos perceber o quanto é difícil ser diferente numa sociedade em que todos são iguais. Uma história que apresenta surpresas, fácil de ser ler em um dia, mas que não vai agradar á todos.







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