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Livro: Dias Perfeitos (pdf)

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36 avaliações

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  • classificou 3
    + biblioteca de Daniella

    Minha Opinião: Muito tinha ouvido falar desse escritor, e ainda não tinha lido nada dele.

    Não sei bem o que dizer da história. Não é que eu esperava algo diferente, porém na maior parte foi morna a leitura. Não gostei do final, espera que a história tivesse uma reviravolta melhor. Mas antes de falar sobre isso, vou falar um pouco melhor a respeito da história.

    Téo levava uma vidinha pacata indo pra faculdade de medicina e cuidando da mãe cadeirante até conhecer em um churrasco Clarice. Depois que pôs os olhos nela, tendo uma breve conversar, ele praticamente ficou obcecado. Deu um jeito de descobrir onde ela estudava, passou a segui-la na vão esperança de ter um encontro meio que por obra do acaso. E quando enfim ele consegue novamente conversar com ela – que o rejeita – tudo muda drasticamente.

    Não sou de gostar de personagens que de uma forma não explícita acaba sempre se favorecendo na história, e Téo é um deles. Além de ser extremamente machista. O que me fez lembrar um pouco de Norman Bates de Psicose. Ambos cuidam da mãe, e mesmo fazendo o que a mãe pede, eles tem pensamentos ruim sobre elas. A comparação acaba aqui.

    Outra coisa que me custou acreditar na história foi o fato de que Téo carrega a Clarice dentro de uma mala, é claro que ela está desacordada por causa dos sedativos que ele dar nela, mesmo assim achei estranho esse fato.

    Clarice antes se mostrava uma mulher muito forte, o que de fato era apenas um disfarce porque ela deixou a desejar. Principalmente quando um acontecimento em questão muda os fatos, e foi quando eu fiquei esperando que a história me ganhasse, mas nem isso ocorreu. Acabei ficando com ódio de todos os personagens, todos.

    Não gostei do final. Quando comecei a perceber que seria aquele mesmo me desanimou muito. Esperava algo que mudasse bastante a história, na verdade eu esperei uma reviravolta quase que o livro todo. Mas é muito bem escrito, isso não posso deixar de ressaltar, porém não me agradou.

    Uma das coisas que estava pensado depois que terminei de ler é que a história apesar de ser fictícia ela se parece muito com milhares de história reais. O comportamento do Téo se assemelha a milhares de comportamentos que vemos em reportagem na tv, o que na maioria das vezes não são boas noticias. Téo não aceita uma rejeição e por isso tenta de todas as formas mostrar pra Clarice que ele a ama e só por isso, apenas por isso eles tem que ficar juntos. Custe o que custar.

    Por causa disso é que não gostei do final, não achei justo, não me conforme e não aceitei ainda.


    http://recolhendopalavras.blogspot.com.br/2016/05/resenha-dias-perfeitos.html




  • classificou 0
    + biblioteca de Renata

    A história em si é interessante: Um psicopata, que estuda medicina, antissocial e com uma mãe cadeirante....Em um dia, ele encontra uma garota numa festa a qual não queria ir - mas que devido à insistência de sua mãe, acabou indo - e daí, passa a achar que ela foi feita para ele e vice versa... Bem, o suspense e a trama em si teve uma medida certa, mas ficaram lacunas do tipo: o que levou este rapaz à esta psicopatia toda? ok,ok, tem gente que já nasce assim e pronto, mas do meu ponto de vista, ficou faltando uma razão maior para isso tudo.




  • classificou 4
    + biblioteca de Vênus

    Surpreendente é a palavra que me vem a mente quando penso nesse livro.
    Comecei a lê-lo sem muitas expectativas, já que tive experiências ruins com autores brasileiros dessa novíssima geração, mas em poucas páginas ele conseguiu quebrar esse meu preconceito. O que temos aqui é aquele tipo de autor bem raro atualmente, que consegue unir as duas coisas essenciais para se ter um bom livro: a ótima escrita e uma história interessante.
    O livro conta a história de um amor obsessivo, explorando o psicológico do personagem principal com maestria, levando-nos para dentro de sua mente doentia. É um livro angustiante, de certa forma perturbador, que destrói a todo momento sua previsão do que acontece em seguida. Foi uma ótima surpresa que me fez enxergar como temos talentos nacionais que nem sempre recebem o espaço devido. É um livro que supera, em todos os quesitos, inúmeros títulos internacionais que são vendidos por aí como incríveis, mas não passam de porcaria escrita exclusivamente para vender, com mais publicidade que qualidade.
    Dias perfeitos tem potencial para agradar tanto os que gostam de um bom romance psicológico como também os que sabem apreciar um bom livro, independente do gênero.




  • classificou 0
    + biblioteca de Sheylla

    Em Dias Perfeitos conhecemos Téo, um estudante de Medicina e filho de uma paraplégica. Ele é um cara meio recluso da sociedade e divide seu tempo entre as aulas de Anatomia, e o cadáver Gertudres, e sua mãe, ajudando-a nas tarefas diárias.
    Sua mãe o convence a ir em um churrasco e lá ele conhece Clarice, uma garota de espírito livre e que está escrevendo um roteiro para um road movie. Téo logo se interessa por ela e sua forma de viver a vida e começa a tentar descobrir mais sobre a garota. A personalidade peculiar de Téo o faz o stalker obcecado por Clarice, capaz de fazer qualquer coisa para conquistá-la, mas Clarice tem namorado... isso não é um problema para Téo, ele acredita ser o homem ideal para ela.

    Cara, eu não sei nem o que dizer desse livro, é muito chato quando você cria grandes expectativas e acaba levando um balde de água fria na cara. Téo tinha tudo para ser um ótimo psicopata mas passa muito longe disso, o livro me parece um roteiro mal feito de novela das seis da rede globo, desde as inúmeras vezes que Téo coloca Clarice dentro de uma mala para não levantar suspeitas, as incontáveis vezes que ele aplica um sonífero na moça e até mesmo um hotel em que os funcionários são todos anões. Apenas não.

    A reviravolta fica por conta da própria Clarice, que consegue virar o jogo e fazer o próprio Téo de sequestrado, mas por pouco tempo já que ao descobrir que Téo matou seu namorado ela tenta se matar no mar e milagrosamente Téo consegue se soltar e a salva de morrer afogada, só para fraturar sua coluna e deixa-la paraplégica como a sua mãe.

    Quando tudo podia dar certo no final, Téo sendo preso e tudo o que a gente espera lendo... Clarice perde a memória e se convence que Téo é seu namorado e eles estão noivos. Não! Não! Não dá nada certo nessa história, os absurdos são tantos que dá vontade de gritar. Eu quero muito ler outro livro desse autor, mas se for a mesma linha absurda desse eu prefiro nem perder meu tempo.

    site: http://www.loucura-literaria.com/2015/03/resenha-dias-perfeitos-raphael-montes.html




  • classificou 5
    + biblioteca de Gleyse

    Dias Perfeitos, é um romance tomado de tensão, que nos prende ao enredo do início ao fim. Sua trama bem elaborada confere a história quase um roteiro de filme, onde os acontecimentos se sucedem nos levando junto com os personagem para o lado mais sórdido da alma humana.
    O personagem Téo é um estudante de medicina enigmático e um tanto sombrio, algo sentido logo no início da leitura, onde se percebe uma "relação" entre ele e um cadáver do laboratório de anatomia. Já a personagem Clarice é seu oposto, uma menina livre, cheia de vida e de cabeça aberta, e essas diferenças serão preponderantes no desenrolar da história.
    É interessante porque nós acompanhamos a história e também os pensamentos e mentiras do personagem e quase acreditamos nele... quase sentimos dó da situação em que ele se encontra, mesmo sabendo que tudo foi causado por ele mesmo, e ele sempre apronta algo pior em seguida, nos fazendo odiá-lo novamente. O efeito é tão mais perturbador quanto maior a naturalidade do personagem Téo.
    Eu realmente me surpreendi com o livro, pois é um tipo de história que possui o teor de um best seller internacional, além de ser atual e muito bem escrito por um autor tão jovem. É muito bom saber que a literatura nacional está tão bem servida de escritores com esse.




  • classificou 4
    + biblioteca de Bruno

    Uma história de amor... E que história de amor!

    "Dias Perfeitos" conta a história de amor entre Téo e Clarice... E que história de amor! A narrativa criada por Raphael Montes é envolvente e detalhista, o que prende fácil a atenção do leitor. Nas primeiras páginas do livro eu me colocava no lugar de Téo, tentando entender até onde uma pessoa iria em nome do amor... Cheguei a ser complacente com algumas atitudes iniciais do jovem estudante de medicina, mas, a história segue um rumo tão chocante, que eu deixei de tentar entender o personagem principal e comecei a ter uma série de sentimentos ruins em relação a ele.

    A leitura empolga, mas, tive que fechar o livro em dois trechos, tamanha era minha repulsa pelas atitudes do jovem. Senti nojo, dó, estranheza e uma vontade de enorme de descontar a ira que eu sentia pelo personagem de alguma forma! Depois de tomar um copo d'água, respirar fundo, eu contava até três e voltava para o "Dias Perfeitos".

    Já Clarice, coitada, nadou... nadou... e quase morreu na praia! Quase. Confesso que fiquei revoltado com o final da história, torcia para um desfecho a altura do que Téo merecia. Mas, pensando bem, pior do que perder algo é tentar alcançar alguma coisa que você sabe que nunca será seu.




  • classificou 5
    + biblioteca de Kel

    Um livro que te prende do incio ao fim, impossível largar antes de ver o final.... Realmente surpreendente!!!




  • classificou 5
    + biblioteca de Aione

    Certos livros são notáveis por nos proporcionarem deliciosas horas de leitura que culminam em um êxtase final, quase sempre representado por um sorriso nos lábios ou, até mesmo, em lágrimas de emoção. Outros, embora sejam capazes de ser tão envolventes quanto esses primeiros, destacam-se não por serem prazerosos, mas exatamente por nos tirarem de nossa zona de conforto. "Dias Perfeitos", sem dúvida alguma, se enquadra na segunda categoria.
    A escrita em terceira pessoa de Raphael Montes é admirável tanto por revelar tão intimamente os pensamentos e sentimentos de Téo, protagonista da trama, quanto por sua própria estrutura e fluidez. O autor não dispensa figuras de linguagem e outros atributos que enriquecem a narrativa, ao mesmo tempo em que não utiliza um linguajar complexo, que poderia reduzir o ritmo da leitura.

    "Ele continuava elétrico. O contato com a pele dela fora algo indescritível. Levantou-se e caminhou nervosamente pelo quarto. Ela falava alguma coisa, mas ele evitava escutar. Ela movia os braços, arregaçava as pernas, mas ele evitava olhar. A imagem era convidativa. Ao mesmo tempo, perigosa. Ele precisava respirar, precisava pensar, precisava... Saiu do quarto depressa, deixando para trás Clarice no Motel das Maravilhas."
    página 139

    Téo foi o que mais me impressionou em todo o livro. Observar seus pensamentos tanto me intrigava quanto angustiava por sua lógica completamente inversa. O protagonista é devoto da máxima “Os fins justificam os meios” e por diversas vezes me assombrou por ter uma visão tão distorcida dos fatos. Clarice, seu objeto de doentia paixão, transforma-se sob seu olhar de acordo com suas atitudes estarem ou não de acordo com suas vontades: se ela age como ele espera, tem suas qualidades enaltecidas; por outro lado, quando vai contra as crenças e atitudes de seu raptor, algo que poderia gerar questionamentos por parte do próprio Téo sobre seus atos, é vista como doida. Não apenas isso, Téo manipula sua própria visão de todo e qualquer acontecimento envolvendo Clarice e ele para que esteja de acordo com o que quer acreditar, chegando, até mesmo, a se convencer de absurdos apenas para ter sua consciência tranquilizada. Afinal, todas as suas ações são para o bem de sua amada, que em muito evoluiu desde que se conheceram.

    "Téo nunca deixava Clarice ler jornal ou ver televisão. Havia retirado as pilhas do controle remoto, pois achava melhor que ela não acompanhasse o que acontecia lá fora: o completo isolamento ajudaria a terminar o roteiro. Além disso, era importante que ela descolasse um pouco da realidade para que pudesse pensar nele. Sem a distração das novelas ou as barbáries do jornal, ela teria tempo de considerar melhor o relacionamento que construíam."
    página 90

    Observar as loucuras claramente presentes em Téo me angustiou, mas foi principalmente o final da obra que mais me perturbou. Enquanto eu ansiava por um desfecho, o autor finalizou a trama fazendo jus ao gênero de thrillers psicológicos indo em uma direção completamente oposta ao que eu esperava e, assim, dando o toque perfeito ao enredo - por mais inquietante que tenha sido.
    "Dias Perfeitos" não é uma leitura leve ou relaxante, apesar de ser tão fluida e envolvente. É fácil se perder por entre suas páginas e ainda mais fácil sair delas com uma evidente sensação de incômodo. Raphael Montes tem claro domínio sobre sua escrita e sabe como impactar o leitor. Esteja preparado para conhecer a doentia mente de Téo e para não se esquecer dela tão facilmente.







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