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Livro: Cisne (pdf)

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4
11 avaliações

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  • classificou 3
    + biblioteca de Jeni

    Resenha originalmente postada em meu blog, Doce Sabor dos Livros

    Céus! Como o fim de um livro pode me deixar tão boba assim? Me vi de boca aberta com as últimas páginas de Cisne, e desejando muito começar o quanto antes a leitura do próximo volume da série, o Linhagens, que por sinal já está aqui comigo. Sinto que uma aventura surpreendente vem por aí!

    Neste livro conhecemos a numerosa e maravilhosa família de Henry e Doris Melborne, que é composta por Ted, Teo, Tim, Tom, Pam, Lis e Peggy, que são os seus filhotes. Esta última foi adotada há pouco e acabou sendo muito bem acolhida por todos.

    Diferente de qualquer família que já tenha conhecido, os Melborne vivem em um barco de pesquisas flutuante, denominado Cisne. Os jovens filhos dos aparentes biólogos marinhos não vivem de pernas pra cima como alguns que não os conhecem podem pensar: além de serem a única tripulação do barco, dão conta muito bem de todos os serviços relacionados ao mesmo.

    "– Cisne de água doce é um nome esquisito para um veleiro oceânico.
    – Ah, é que, quando o vento enfuna as velas, quando estão todas erguidas, e todas refletindo o Sol, parece que o barco é um enorme, lindo, fantástico, maravilhoso cisne de prata!"

    Com todo o reconhecimento que os doutores Henry e Doris têm, tanto por serem formados por Champ-Bleux, quanto por serem apenas os melhores biólogos marinhos da Terra, é de se imaginar que sejam metidos e até mesmo antipáticos. Porém, estes adjetivos não combinam com os tais, pois são humildes, simpáticos e muito, mas muito bem humorados!

    Inicialmente, todos ao meu redor foram testemunhas da minha animação e empolgação para com este livro, inclusive a autora. Porém, infelizmente todo o ânimo que o comecinho da história me proporcionou, foi sumindo e retornando com o decorrer das páginas.

    Fiquei e estou encantada com a família Melborne. As brincadeiras e discussões entre os irmãos e o respeito com que os mesmos tratam os pais e a todos, são alguns fatores responsáveis por isso. Muitos personagens da tal conseguiram me conquistar, sobretudo Tim, por seu bom humor contagiante, suas bagunças e implicâncias, e Henry, por sua inteligência singular e por sempre expressar as suas opiniões, mesmo que para isto tenha que enfrentar riscos e encarar pessoas perigosas.

    Este é aquele tipo de livro no qual quando você pensa que já sabe de tudo que está acontecendo e que já descobriu todos os segredos que tinha para descobrir, percebe que se enganou feio. Praticamente a cada página um mistério novo aparece, deixando o leitor ansioso por desvendá-lo.

    O bacana a respeito do clima misterioso da narrativa, é que a autora vai esclarecendo-o pouco a pouco. Os personagens também não são dos mais transparentes: guardam segredos surpreendentes, que muitas vezes foram simplesmente revelados. Isto é, o leitor não teve, digamos... tempo para pensar em evidências que apontassem a existência deles.

    Peggy se mostrou uma personagem bem enigmática desde que a conheci, mas não consegui me envolver muito por ela em si, apenas por seu passado e o mistério crescente a seu respeito. A garota é especial, no modo mais abrangente da palavra. Suas habilidades, das quais não posso citar, são admiráveis.

    E tem algo que até agora não mencionei, mas que é bem interessante: não existe apenas um mundo na história. Há também Tarilian, um planeta que tem uma ciência muito mais avançada que a da Terra, o que muitas vezes quase causou grandes guerras entre ambas. Sua população possui características particulares, o que facilita a identificação do povo de lá.

    O tariliano e repórter Giles me deixou com vontade de arrancar os meus cabelos em muitas ocasiões. É arrogante, rude e chantagista. Pensei que não fosse mudar a minha opinião a respeito deste personagem, mas não é que me vi confusa depois de saber mais a seu respeito, ainda que superficialmente?

    A leitura, no fim das contas, se mostrou muito oscilante pra mim. Em um momento muito agradável e magnética, de tal forma a me prender nas páginas; em outro, um pouco desgostosa e cansativa. Acredito que a extensão dos capítulos tem sua parcela de contribuição para isto.

    Como suspeitava um pouco que fosse ocorrer, a ficção científica presente no enredo não conseguiu me prender totalmente ou chamar muito a minha atenção, apenas em situações específicas. Percebi que ou não estou muito familiarizada com essa temática, ou realmente não consigo gostar cem por cento do gênero.

    Enfim, com uma narrativa em terceira pessoa, alternada a respeito de diversos personagens, e desenhos do lar da família Melborne em miniatura em cada início de capítulo, Cisne mostrou-se uma obra bem legal da literatura jovem, recheada de mistérios, mentiras, surpresas e paranormalidades. Pontas soltas foram deixadas propositalmente neste volume da série, e acredito que se não todas, ao menos uma boa parte delas serão esclarecidas em Linhagens. Apesar de alguns detalhes, recomendo a leitura!

    "Uma vida só é bem vivida se há nela coerência entre o que se acredita e o que se vive, e que acreditar em valores tais como verdade, honestidade e coragem de nada vale se essa crença não se torna ação concreta. Viver essa crença é o que dá ao ser humano seu sentido de honra e integridade."

    docesabordoslivros.blogspot.com.br/2013/11/resenha-cisne.html




  • classificou 4
    + biblioteca de Tamires

    O livro começa já bem legal e bonito, com ERA UMA VEZ... de cara o livro me encantou.

    A história depois, nos apresenta a família Melbourne que vivem em um veleiro solar, o Cisne.

    Doris e Henry é um casal de cientista formados em uma das melhores escolas e mais avançada da Terra, Champ-Bleux.
    Por algum motivo decidem viver como biólogos marinhos, eles também são os pais de 8 filhos, que são também a melhor tripulação que já conheci rsrs.
    De todos os filhos, temos dois pares de gêmeos: O Tim e Tom; Teo e Ted;as meninas, Pam, Peggy , Lis e é claro que também não poderia esquecer-me do caçula, o Bobby.

    O que os filhos dos cientistas mais queriam era passar na tão famosa escola avançada de Champ-Bleux. Uma coisa que não se imaginava é que todos conseguiriam passar, de menos o Bobby que ainda não tem idade o suficiente para entrar...

    A família Melbourne encanta qualquer um, até a criançada de Porto Alto com um teatro para lá de bacana como chegada.

    "Sacudiu a cabeça,tornando a olhar as velas espelhadas do Cisne,que refletiam o luar e as nuvens.Tinha algo de sonho,quele veleiro...talvez fosse a lua, ou o marulhar leve das ondas, ou o balanço do barco..Ou talvez fosse quela estranha família, deixando a bordo uma parte de sua magia. Magia? Sorrisos, alegria, um tapa nas costas, uma palavra amiga...Amizade da melhor qualidade." Pág-149.

    Um jornalista, o Jean, nos é apresentado ainda no início do livro, está lá para somente ter a matéria da douradinha, mas, acaba "fazendo" amizade e conquistando a confiança dos Melbourne,sendo assim é testado e acaba entrando para tripulação como jornalista cientista em um intercâmbio interplanetário.

    Existe outro lugar chamado Tarilian, com seres alienígenas fisicamente parecidos com os seres humanos. Os tarilianos se acham super inteligentes e vivem competindo isto com os humanos, mas sabem que nunca conseguirão alcançar os humanos em sua curiosidade e tecnologia...a de poder viajar no espaço.

    No intercâmbio interplanetário que é feito em Cisne, temos a apresentação dos tarilianos Tian, Giles e Turon.
    Giles é um jornalista tariliano muito chato, que ao contrário de Jean, faz de tudo para poder escrever coisas ruins.
    Turon e Tian,são os dois tarilianos que estão a bordo para fazer o intercâmbio.

    A Peggy é muito mais apresentada, ela é uma filha adotiva dos Melbourne, perdeu seus pais que também eram cientístas. Mas Peggy tem muito mais mistério atrás daqueles lindos olhos azuis.

    Depois de apresentar a família Melbourne, vem apresentando os próximos personagens que, creio-me eu,vai aparecer mais em Linhagens, o próximo livro que já estou louca para ler. De todos eu amei a Michele e o Anton srs super legal.

    O livro nos apresenta muitas diversidades... Casas com mentores, diferenciadas culturas e até a comida! Uma loucura rsrs.

    O que posso dizer é que, se tem um gênero favorito escolha este livro, tem momentos que vivi com magia, outros com mistérios, com drama, com ação e alguns até com romance.

    Lógico que adoraria embarcar juntamente com está família que a vários momentos me fez rir,mas não suportaria o Giles rsrs.

    A família Melbourne tem filhos de tirar suspiros, principalmente Tim e que também é apresentado muitas vezes no livro.

    A cada parte tinha um mistério, um novo "foco”, mais uma para poder deixar "tramoias" em nossas cabeças, mas o fim...o fim sim, descobri muitas coisas que me deixou com pulga atrás da orelha e ficar querendo logo ler o próximo livro.

    O interessante é que em diversas partes do livro,me deparei com argumentações dos personagens que adorei, a Eleonor é uma verdadeira Melbourne.

    Agora eu sei exatamente como as pessoas que resenharam o livro se sente em relação a não conseguir passar o que sentiu pela resenha.

    Achei que poderia ter orelhas no livro para poder assim dar mais resistência, tirando isto achei a capa, diagramação e o resto muito lindo e bem feto.

    Dei quatro estrelas por achar que algumas partes poderiam simplesmente ser diminuídas fazendo com que a leitura fluísse mais, as vezes demorava para chegar ao lado "mágico" da história. Mas nada levou a Cisne deixar de ser um de meus favoritos deste ano ♥
    Parabéns mais uma vez a Eleonor pelo excelente trabalho.

    Pode ser seu gênero qualquer um, que o livro se encaixa nele ^^.

    Resenha no blog: http://de-tudo-e-um-pouco.blogspot.com.br/2013/09/resenha-cisne-eleonor-hertzog.html




  • classificou 5
    + biblioteca de Juliana

    Ficção, aventura e muitas decisões a serem tomadas. Uma série incrível. E sou super fã da autora!




  • classificou 4
    + biblioteca de Ly

    Em primeiro lugar, eu gostei do livro. Em segundo, estou sentindo uma dorzinha no coração por ter que criticá-lo. Porém entendam: vou falar tudo que achei de ruim e depois irei falar porque vocês devem me ignorar e correr para lê-lo. Dessa vez, não irei seguir nenhuma regra, como narrativa-enredo-personagem. Eu apenas irei escrevendo o que me vier à mente. Vou fazer uma seção falando em grande parte apenas sobre os personagens e no fim, dela eu irei puxar para o resto do livro. Vou sinalizar para quem se cansar. E lembrem-se também (Estou mandona hoje :/ ) que apesar da capa, o livro não é infantil. Ele não possui nenhum aspecto romântico, apenas aventureiro, sendo assim, para todas as idades.

    -------Personagens------

    Quando o livro chegou aqui em casa, levei um enorme susto com seu tamanho. Sabia qual era a sua quantidade de páginas? Sabia, porém isso não fez diferença. Fiquei adiando um pouco a leitura por estra prestes a entrar no período de provas e ter certeza que levaria séculos para lê-lo e acabaria por ter que recomeçá-lo. No fim, sendo a curiosa esquisita que vocês já conhecem, o comecei. Arrependi-me? Nem um pouco.

    O começo da história não é exatamente interessante. Logo de cara a autora já nos apresenta uns quinze personagens e através de suas péssimas descrições físicas de tais, percebi que minha imaginação ia trabalhar mais do que eu havia previsto ao ler a sinopse. Estou dando um destaque maiorzinho (palavra estranha) para que todos que futuramente venham a ler o livro após a minha resenha, sintam-se avisados e já tenham um pré-censo de características.

    A Eleonor soube trabalhar as personalidades de cada um, dando destaque aos principais em seus devidos momentos, porém criou tantos coadjuvantes, que tem uma ou duas cenas e depois somem que estou seriamente traumatizada com nomes. Eu diria que nesse livro de mais de 800 páginas, havia pelo menos 50 personagens com falas. 50. No mínimo. Nenhum com descrição mais precisa do que cor de cabelos, olhos e altura.

    Quanto às personalidades, elas encobrem parcialmente a raiva que tive. Os personagens principais são extremamente cativantes e foram apenas eles e suas aprontações em "Porto Alto" que me fizeram ler as primeiras partes rapidamente. Não digo capítulos por que eles são longos e não muitos.

    Não vi um grande desenvolvimento em grande parte dos personagens, porém talvez isso se deva ao fato de que nem todos possuem caraminholas por trás do que aparentam. Dito isso, dou destaque a Tim E Peggy. Fiquem de olho neles, são os melhores e mais bem trabalhados tanto na história, quanto entre os livros que já li.

    Quando chegamos à metade do livro (minha noção é péssima e como eu o emprestei, não tenho como confirmar no momento) mais ou menos, a autora começa a adicionar mais personagens em partes separadas as da família Melbourne, indiretamente conectadas a estória. (Não posso explicar, pois seria spoiler).
    Ah, meu amigo... Esses novos personagens vem para deixar o livro muito melhor do que estava e são fora o banho de história imaginária e a criatividade da autora, um dos motivos para o livro receber quatro estrelas. No sentido positivo, ok?

    Com eles a autora trás pitadas a mais ao livro, puxando pequenos lados de romance (nulos o livro inteiro ou meramente postos como citação, porém não desenvolvidos) e abrange nossa área de interesse. É dai que surgem meus personagens favoritos, Michele e Anton. Cara, como eu ri e bati os pés com eles.

    --------------------------------------------

    Continuando e saindo dessa minha bateção de tecla e redundância toda, posso garantir que o livro vale a pena apesar de tudo isso. "Mas Laryssa, você ficou falando mal dos personagens até agora!". Personagens apenas, falta muita coisa ainda.

    Partindo dai para a narrativa, aviso que ela é meio inexistente, pois o livro é praticamente inteiro escrito por meio de diálogos entre os personagens, fora quando ela está contando uma história ou explicando algo. Esse pouco que tivemos foi realmente incrível e simples, sem palavras difíceis, o que considero bem importante se levarmos em conta que "Cisne" é um livro para toda a família.

    Um ponto que me levou a louca até acostumar, foi que tivemos alguns de uma página inteira sem sinalizar uma única expressão corporal. Porém, ainda assim, apesar de em certos momentos esse aspecto ser cansativo, ele faz o livro fluir mais rápido e ser mais leve do que seria caso a Eleonor ficasse se prolongando em seus parágrafos. Mas sabe, como eu disse, se ela descrevesse um pouco menos as paisagens, eu ficaria feliz.

    O caso é que o livro é completo. A autora pôs cenas desnecessárias? Pôs, várias. Porém, isso meio que acabou por ser positivo no final. Porque nos permite ter uma noção maior de como é aquele mundo. Está meio confuso de falar, porém entendam. O livro trata a Terra como um planeta totalmente diferente e além de Tarilian, o planeta que está do outro lado do sol, a autora permitiu que sua imaginação divagasse, saísse voando pela janela e buscasse ideias "malucas", que entretanto, deram certo e me fascinaram.

    Não vou falar muito, pois sou propensa a soltar spoiler, Nay - Resenhas Teen que o diga. Na minha humilde opinião, a sinopse não transmite nada da excessiva do livro. Ele coloca apenas o que temos nas primeiras páginas, fazendo com que surpresas sejam constantes.

    Por ser um livro grande, o que vocês talvez pensem ser um absurdo, por exemplo eu disser que o rumo da história começa a se desenvolver e andar lá na página 300, não é, e que ele fica espetacular a partir das 600, também não.

    O caso é que além de tudo que eu já falei, se você não tem boa memória, fique alerta e marque páginas em que ela faz apresentações e afins, pois quando a criatividade chega ao nível máximo e eu penso que ela não tem mais o que inventar, a dona Eleonor me traz uma novidade cruel para a minha curiosidade., As últimas trinta páginas principalmente as quais Henry (pai dos garotos Melbourne) está falando sobre "-----", são desesperantes.

    Em resumo, a leitura foi exatamente assim: normal, divertida, interessante, surpreendente, original, incrível e a pessoa aqui esqueceu tudo o que não havia gostado e tive uma crise de ansiedade.

    Alias, os últimos parágrafos, uns três eu acho, que se passam com a Peggy deixaram a finalização meio fraca. Não sei, porém pessoalmente eu preferia as partes finais de Henry e Doris.

    Quanto ao livro físico em si, a capa não possui orelhas e é mole em demasia, as letras são grandes, apesar de o espaçamento não ser. Como já mencionei, os capítulos são longos e durante eles há várias repartições.

    Não sei se consegui me expressar, porém espero que sim. O que posso falar a mais é que espero ansiosamente por "Linhagens" e que por mais que hajam empecilhos, vou lê-lo a todo custo -_- .




  • + biblioteca de Michelle

    Maravilhoso, surpreendente do início ao fim! Muito bem escrito pela autora







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